Sobre Gustl Rosenkranz


Gustl Rosenkranz

Um blogueiro (também) brasileiro residente em Berlim.

Apaixonado por palavras, viciado em escrever sobre a vida e tudo que a toca.

Escrevo sem luvas, tocando no assunto, porque gosto, porque preciso e porque quero, sobre o que sinto, sobre o que penso, sobre o que escuto e vejo, enfim, sobre a vida.

Seja bem-vindo(a) e boa leitura.

 

Qual minha formação?

Bom, minha formação, eu diria, foram duas mulheres. A primeira foi minha mãe, que acreditou muito em mim e me ensinou a me virar neste mundo, dando-me exemplo, lutando, correndo atrás, mas sem nunca querer nada que não fosse fruto do próprio trabalho, não tendo muito, mas sempre partilhando o que tinha, sem nunca reclamar e sempre repetindo que eu usasse minha cabeça para aquilo que ela melhor sabe fazer: pensar. A outra foi minha avó, com quem tive muitas conversas longas e que me ensinou muito sobre a vida e sobre o que ela via por trás das coisas, e que também dizia que eu realmente deveria usar a cabeça para pensar, mas sem nunca deixar de usar o coração para sentir. Essas duas mulheres sensacionais foram minha formação básica. O que veio depois, foi só complemento 😉

Minha religião

Perdoado

Minha linha política

Alforriado

Não gosto

de nada que não seja verdadeiro,

de cotoveladas,

de falta de respeito,

de falta de gentileza,

de falta de empatia também.

Gosto

de tudo que é verdadeiro,

de crianças,

de gente empática.

de sorrisos,

do mar,

de cachorros,

de ler,

de escrever,

do meu dedão do pé.

 


 

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86 comentários

  1. Felipe Pletz Responder

    Textos excelentes, bem escritos e claros. Fundamental para quem quiser ter uma visão mais aberta, seja sobre Alemanha, seja sobre assuntos do cotidiano que podemos refletir em qualquer lugar. Um abraço meu caro. Sucesso sempre.

  2. Mel Responder

    Conheci seu blog a pouco tempo e tenho repostado bastante seus textos para meus seguidores. Continue assim! Você escreve super bem, e seus textos são extremamente interessantes. Não o mesmo 08/15 de tantos outros blogs já existentes.

    Mir gefällt’s 🙂

      1. Elaine Responder

        Vc está colocando sua fofura nos posts. Eu sou psicóloga e imigrante e ao ler seus posts vejo o desabafo de mais tantos outros imigrantes. Eis o sucesso do seu site, vc fala por mts. Em geral eu não correspondo a estas expectativas que geram entre amigos e familia, graças a Deus tenho uma família amorosa e compreensiva, mas entre parentes e amigos há sempre um pouco de desconforto e busco lidar com isso de forma tranquila. Mas reconheço as dificuldades. Vc é um baiano retado, e admiro pelo trabalho de escrita que tem feito. Um forte abraço.

  3. Rosiane Detscher Responder

    Excelentes artigos! Parabéns!!!

    Sempre achei nojento assoar o nariz à mesa e em muitas ocasiões até perdia o apetite e foi só quando li esse seu artigo que me dei conta que SIM: eu agora também faco isso… não me recordo se na mesa, mas certamente eu ja o fiz/faço em locais onde jamais faria se no Brasil eu estivesse!!!

    Moro aqui há 5 anos e ainda me surpreendo como os hábitos e costumes vão se fundindo ao longo do tempo!

  4. Claudete Andess Responder

    Descobri esse Blog por acaso e achei muito interessante. Você está de parabéns!
    Ainda não deu para ler todos os artigos aqui no Blog, mas os poucos que li achei muito informativo e tem muito a ver
    com a realidade aqui. Bom, mais uma vez parabéns pelo seu trabalho, que vou procurar acompanhar.

    Sucesso Sempre!

  5. Nildes Abreu R. Responder

    Parabéns ao senhor pelo maravilhoso trabalho. Conheci sua página em uma conversa normal entre duas amigas residentes também na amada Alemanha, e o assunto principal foi a famosa família que deixamos no Brasil. Eu como saí do interior Maranhão aos 18 anos para conhecer o mundo, somente com uma pequeno saco na mão e um frango assado com farinha para comer os três dias da viagem, claro que enfrentei diversos desafios, mas cada um foi superado com muito suor, dor, e trabalho, eu sempre deixei bem claro para minha família tudo que passei na minha caminhada, mas foi o meu destino, eu escolhi o caminho mais difícil para andar, entre pedras e espinhos, minha família (mãe , pai e irmãos isso é para mim família ) compreende muito bem e eu sou amada por todos, sem nem um tipo de interesse. Hoje graças a Deus tenho o que busquei e conquistei… sem deixar pra trás o meu interior, a minha natureza minha paz de espírito e jamais deixei a minha humildade para trás. Asim levo a vida com os pés no chão, ontém, hoje e sempre… Fica na fraternidade saúde e paz…

  6. Paola Jacomel Responder

    Olá Gustl, cheguei há uma semana na Alemanha e seu blog está ajudando bastante com ideias, informações e as primeiras impressões! Você tem um olhar bem interessante sobre a vida fora do Brasil! Parabéns pelo trabalho =)

  7. Thomas Márcio Silva Eichwald Responder

    Acho seu blog excelente e gosto muito da maneira que você escreve: de uma forma clara, mas sem julgamentos, tocando em temas sensíveis sem criar polêmica, buscando nitidamente ajudar as pessoas. Continue “pensando livre” e partilhando essas tantas coisas boas que você tem dividido com muitos. Parabéns! 🙂

    1. Gustl Rosenkranz Post author Responder

      Obrigado, Thomas, pelas palavras amigas e pelo incentivo. Sim, não julgo ninguém, pois escrevo na intenção de ajudar com a consciência de que somos todos IGUAIS, não iguais no sentido de “não há diferenças”, mas de “ninguém é melhor ou pior”. E ajudar tem que ser para mim nesse nível. Não compete a mim julgar quem quer que seja. E também não quero missionar, persuadir ou mesmo convencer ninguém de nada. Tudo que tento é lançar um convite para a reflexão, tendo cada um a liberdade de tirar suas próprias conclusões. O importante é a reflexão.

  8. Erica Responder

    Tenho conversado com uma amiga que vive na Alemanha, e ela me fala da diferença da época em que lá convivemos (na segunda metade da década de 60) para hoje. Anos depois lá estive novamente e que mais me marcou foi a babel de línguas que ouvia e não conseguia identificar! É, como as coisas mudam!!
    Abraços Erica

  9. Ana Paula Rovina Responder

    Adorei seu blog (ou site?) estou devorando.. Cheguei há um ano por aqui (Frankfurt) acompanhando meu marido que veio à trabalho, tenho muita dificuldade com o idioma, em fazer amigos, tenho poucos vizinhos (a cidade nao ajuda, eu sei) mas eu chego là, é bom ler e ter informações sobre a vida por aqui, eu morei 5 anos na França antes de vir e ainda ajudo muita gente que chega por là. Gostaria que você falasse (se falou eu ainda nao li, desculpe) sobre a alimentaçao, as comidas, o que se come no dia a dia por aqui?

    1. Gustl Rosenkranz Post author Responder

      Obrigado, Ana Paula. Tenha paciência e fique aberta e você verá: até mesmo em Frankfurt dá para se sentir em casa 🙂 Obrigado pela sugestão. Boa ideia. Vou escrever um post sobre a alimentação na Alemanha qualquer dia desses. Um abração 😉

    1. Gustl Rosenkranz Post author Responder

      Obrigado, Viviane. Num mundo onde muita gente nem se dá o trabalho de ler algo publicado na net, saber que alguém imprime os textos para “relê-los mil vezes” é um dos melhores cumprimentos que um autor pode receber 🙂

  10. Neusa Maria Responder

    Conheci teu blog através do Conti Outra que gosto demais, e estou adorando o seu tbm!
    Gosto muito de saber do mundo do lado de lá, nunca fui, mas não perdi as esperanças e
    essa é a única que tenho hoje em dia…
    Uma coisa das coisas que gostei é que vc escreve sobre cachorros, eu gosto dos animais
    e estimo quem gosta!
    Parabéns, muito sucesso no ano que está vindo!!!
    Abraços

    1. Gustl Rosenkranz Post author Responder

      Obrigado, Neusa 🙂 Seja bem-vinda. Sim, gosto muito de cães e admiro muito a inteligência social desses animais. E ainda vou escrever muito sobre eles 😉 Tudo de bom para você também no novo ano! Um forte abraço

  11. Tatiana Responder

    Lindo blog!! Amei!! Louváveis os textos em que você expõe a realidade de um país europeu. No imaginário coletivo de muitos brasileiros, há a ilusão de que tudo por lá é perfeito, de que não há questões que precisam ser resolvidas. Obrigada por compartilhar seus pensamentos conosco. Muita luz!!

  12. Josie Conti Responder

    À Gustl Rosenkranz

    O sentido do caminho é encontrado na encruzilhada.

    Ter destinos díspares não evita o cruzamento dos seres que passam.
    Ora mal se veem, ora param para se entreolhar.
    São segundos em que o mundo pára em consideração ao encontro, momentos em que o caminho previsto pode ser profundamente alterado ou magicamente extinto.
    Assim conhecemos aqueles que realmente importam.
    São 3 atos:
    Encontro- reconhecimento- amizade

    Assim foi com você, querido amigo!
    Grande abraço!

  13. Eliane Brum Responder

    Não foi acaso que teus textos chegaram a mim…..Estou totalmente identificada com eles, depois de procurar grupos no facebook de brasileiros na Europa.
    Obrigada pela sensibilidade, desprendimento e boa vontade de trocar tuas experiências com quem passa pela mesma situação!
    E agora vou desfrutar muito de teus textos!
    Até mais e obrigada!

  14. Carolina Ribbe Responder

    Parabéns pelos textos e positividade.
    Você me ajudou muito, estou passando pela fase da crise desde que cheguei na Alemanha ano passado. Moreira antes quase 15 anos no Canadá e por isso não consigo parar de comparar tudo com lá. O seu texto me fez ver que preciso deixar rolar um pouco e seguir em frente e abraçar o fato de que é aqui que moro, parar de ficar comparando e aceitar é o melhor que posso fazer!
    Obrigada pelos textos e parabéns pelo blog!

  15. Catia Responder

    Normalmente não costumo comentar as poucas publicações que consigo ler até o final, mas hoje descobri sua pagina e achei muito bacana. Estou adorando seus textos, são claros e objetivos e nos ajudam a refletir sobre diferentes assuntos. Nunca tive o habito da leitura mas seus textos me despertaram o desejo de ler até final. Obrigada!

  16. Ellen Responder

    Oi. Acabei de ler seu texto “Quando o reboco começa a cair” no site contioutra. Me identifiquei muito com a sua descrição ao final do texto: Como já diz o nome de meu blog, escrevo fazendo uso de uma das liberdades mais essenciais que temos: a liberdade de pensar. Escrevo sobre o que passa por minha cabeça, sobre coisas que vejo, escuto e vivencio diariamente, enfim, escrevo sobre a vida e suas facetas, sobre o mundo e suas entranhas e sobre o ser humano, com seus sonhos, medos e esperanças. Escrevo sem “luvas”, tocando no assunto, menos preocupado em agradar do que em mexer com o leitor, de forma clara, até mesmo carinhosa, mas sempre suavemente subversiva e profunda.

    Eu gostaria de conversar com você… Aí tem meu email, por favor entre em contato comigo. Meu sonho é fazer isso, escrever sobre as coisas que eu penso. Talvez você me dê uma luz…

  17. Lívia Responder

    Desde que cheguei na Alemanha costumo ler seus textos. Eles são muito bons e você costuma “organizar” vários pensamentos que eu tenho em forma de texto 😀 Estarei sempre acompanhando!

  18. Bárbara Responder

    Acompanho alguns de seus textos há um tempo e cada vez mais percebo como tens o dom de escrever de forma crítica e, ao mesmo tempo, particular e sentimental. Esses escritos me levam a reflexões importantes, reflexões as quais tem me ajudado a amadurecer como pessoa. Parabéns 😉

    1. gustl Post author Responder

      Obrigado, Bárbara. Penso que sempre crescemos juntos quando interagimos de forma saudável e o aprendizado de vida sempre é mútuo. Seu comentário me incentiva a continua escrevendo, partilhando e aprendendo 😉

  19. Débora Responder

    Muito bons seus escritos. Estamos montando um portal cultural – iniciando mesmo. Se vc quiser expor seus textos ali tb, será bem-vindo!
    Parabéns pela escrita lúcida, clara, fluente, cativante e de fácil leitura.

    1. gustl Post author Responder

      Obrigado, Débora. Comentários como o seu me incentivam muito. E tenho interesse em publicar no portal de vocês sim. Vou entrar em contato com você mais tarde. 🙂

  20. Keila Responder

    Não conhecia seu blog, até ler a matéria sobre “Quanto vale uma vida humana?” , li algumas outras e fiquei encantada.
    Obrigada por trazer tantas informações pra gente.
    Abraços!
    Keila.

  21. Rishi Sativihari Responder

    Caro Gustl,

    Eu amo “Sobre a maturidade.” Eu sou um pároco, no Canadá, e eu estou trabalhando em um projeto com a nossa diocese companheira no Brasil (Amazônia). Suas reflexões são exatamente o que o projeto envolve – temos vindo a chamar-lhe “saúde relacional”. Eu estou querendo saber se você permitiria a publicá-lo no meu blog em Inglês e Portugues. Aqui está um draft: https://www.academia.edu/12130206/On_Maturity_Sobre_A_Maturidade_por_Gustl_Rosenkran_

    Deixe-me saber se isso é ok com você. De qualquer forma, obrigado pela inspiração.

    Com Afeto,

    Rishi

    P. Rishi Sativihari

    1. gustl Post author Responder

      Muito obrigado, Padre Rishi. Fico muito feliz de servir como fonte de inspiração 🙂 Sim, pode publicar o texto onde e da forma que desejar. Me sinto lisonjeado.

      Um abraço fraterno

  22. Mariza costa Responder

    Me apaixonei pelo que li , sou leitora ávida e diante de tamanha oferta no mundo atual me tornei involuntariamente seletiva. Mas os seus textos me encantaram . Parabéns é obrigado pela oportunidade de conhecê-los e partilhar a experiência com amigos queridos.

  23. Ingrid Responder

    Minha permanência na Alemanha foi pequena, um mês e meio. Antes disso, porém, através do curso de alemão que frequentava, aprendi que alemães são muito formais, você não deve se aproximar muito, havia até a medida que se deve ter de afastamento da pessoa com quem se conversa. Portanto, fui para lá até com receio de falar e me aproximar das pessoas. E o que encontrei foi, no geral, pessoas amáveis, simpáticas, daquelas que curtem um dedinho de prosa. Foi gratificante. Portanto, sempre é bom ler com atenção as tais “instruções”, ter sempre o feeling dos padrões e limites, mas fundamental é entender que somos todos, não importa onde, sensíveis a um sorriso, à gentileza, às palavrinhas mágicas.

  24. Ludimar Santiago Responder

    Prezado Gustl

    É com grande satisfação que escrevo em em seu livro de visitas!
    Todas as vezes que encontro “seus escritos” aqui no face, me encanto…..E abuso, compartilhando em minha página….
    Fico honrada quando encontro seu “curtir” nos meus compartilhamentos rssss(boba que sou? rs)
    Espero que continue nos presenteando com sua sensibilidade, seu bom gosto, senso e humanidade…constante, presente, sempre!
    Estamos juntos, através dos seus escritos……
    Que bom……

    1. Gustl Rosenkrankz Post author Responder

      Obrigado, Ludimar. Fico feliz por gostar de “meus escritos” e por compartilhá-los 🙂 É bom ler o que você escreve, pois isso me incentiva muito. Obrigado.

  25. Arla Responder

    Oi, Gustl. Tudo bem? Então, antes de qualquer coisa queria te perguntar algo: como se pronuncia teu nome? Eu não sei se alguém já te perguntou isso aqui, mas sempre tive essa curiosidade…rs Enfim. Acho que te conheci nos textos “Pedras da infâncias” e “O poder e o peso da clareza”, no site Contioutra. Eu não lembro exatamente quando comecei a ler os seus textos, mas desde que comecei, percebo que tens uma visão diferenciada e holística das coisas em sua volta, e o que mais me agrada em teus textos é a forma claramente objetiva que tens de tudo, que chega parecer corriqueira de tanta intimidade que fala sobre tais temas. E cá pra nós, gosto de gente assim, que diz o que pensa, mas sempre com cautela para não parecer mal, que sabe o que o fala/falar sem ultrapassar os limites, que não se importa com os incômodos alheios por não gostarem do que você disse, que reconhece um possível erro antes de questionarem, e que não se envergonha se errar. Bom, Gustl, conversar contigo seria uma honra, pois demonstra ser mais que “mais um cara” de mente aberta, mas de espírito livre também.

    1. Gustl Rosenkrankz Post author Responder

      Obrigado, Arla, pelo comentário, pelo incentivo e pelas palavras carinhosas. Como GUSTL é pronunciado? Hmmm, difícil de reproduzir por escrito. Uma tentativa: tente pronunciar GÚSTEL, mas cortanto o ‘E’, e pronunciando o ‘L’ como ‘L’ mesmo e não como ‘U’. Eu sei, complicado mesmo… 😉

      Um grande abraço

  26. Maite Responder

    Olá querido Gustl,

    Acabei de ler o seu texto no Conti outra, “Chorar é o Limite”.
    Lindas palavras, obrigada por compartilhar. Acredito que já tenha visto cenas como essa tambem, e esse limite entre a educação e projeção dos problemas dos pais nas crianças, é necessário demais! Porque acaba prendendo a criança eternamente aos problemas interiores, dos pais…e como voçê disse, não é justo!! Gostei muito…aqueceu o curacao.
    Um abraço

  27. Suely Xavier Responder

    Deparei-me com seus escritos no facebook, por acaso, e logo me apaixonei por eles. Acho que talvez isso se deva, em parte, ao fato de que me identifiquei com sua maneira de pensar. Obrigada por compartilhar conosco seu precioso acervo intelectual! E, meus parabéns, você é um excelente escritor!

  28. Gel Gomes Responder

    Maravilhos, perfeitos, inspiradores seus…
    E a tua educaçao? Gente todos os comentarios, carinhosamente respondidos e humildemente agradecidos.
    PARABENS!!!
    Sinceramente voce faz toda a diferença!!!
    Amo todos os seus textos.
    Beijos de Sergipe

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